Por Juliana Portella
Que reunião de pauta foi aquela? Me fez repensar a vida. Com o objetivo de fazer a secretaria de comunicação funcionar, meu chefe deu uma lição de vida pra mim e para a equipe. Eu to escrevendo sobre isso aqui não só porque esse blog se trata de um blog pessoal, um acervo online onde eu quero um dia, daqui há anos, ler meus pensamentos antigos, mas, sobretudo porque mexeu de verdade comigo. A história de vida desse cara não é algo tão comovente, nem ao menos passa muito longe da história da maioria das pessoas, mas é por que eu entendi, mais uma vez, que o sucesso requer esforço, dedicação e renúncias. E eu tenho feito isso, mas ainda não sei o que de verdade eu quero. Foco, Foco, Foco! É disso que eu preciso. Mas, se compra na padaria?
O vento NUNCA vai soprar a favor quando não se sabe pra onde ir.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Lutando contra moinhos de vento
Por Juliana Portella Assim como Dom Quixote, nós, meros mortais, geralmente temos a sensação de achar que tudo é um grande desafio. Que aquele colega de trabalho que está do seu lado quer te fuder, que quando sua mãe fala pra você não ir por determinado caminho, é só por implicância. Que seu chefe te subestima, que aquele motorista filho da mãe, sempre quando vê que você está chegando ao ponto de ônibus, te ignora e você chega ao trabalho atrasado. E quando você vem com seu papo social- revolucionário as pessoas te chamam de louco? Enfim, coisas que deixam a gente irado. E , mais que isso, fazem com que a gente se sinta às vezes azarados, às vezes totalmente fora dos padrões. E nos desanimam dia após dia. É incrível como por causa de coisas tão corriqueiras acabamos traçando batalhas com nosso próprio cotidiano. Em meio a esses pensamentos, lembrei da história de Dom Quixote de La Mancha, que em suas várias lições, trás uma muito importante: É preciso ter cuidado para não confundir a realidade com a fantasia. Nos seus delírios, Dom Quixote, lutava contra moinhos achando que eram gigantes cruéis. Essa grande figura, ao contrário de um super-herói, sonha, têm esperança e fracassa, o que o torna tão humano. Tão mais semelhante a mim, inclusive. Às vezes, me vejo tão 'pequeno grão de areia', muito pequena pra combater tantos gigantes. A Corrupção, a inveja, a injustiça, a soberba... Ou até mesmo gigantes só meus, que só pra mim são cruéis. A prova daquele concurso, uma cicatriz que incomoda, meu cabelo que não ficou legal naquela foto, por exemplo. Na verdade o que eu pretendo com esse texto não é ter uma conclusão do que é melhor a ser feito, mesmo porque eu não saberia o que deve ser feito. Quero mesmo registrar essa ideia de realidade x fantasia, registrar também uma das centenas de lições desse livro que foi tão importante pra mim e que eu considero uma grande obra.
terça-feira, 30 de março de 2010
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Por Juliana Portella
Hoje li o poema 'com licença poética' da Adélia Prado. Me deu uma vontadezinha de ser escritora. Preciso estudar mais pra isso. Quanto mais escrava, mais escrevo. Mas, quanto menos estudo, menos consigo ter assunto pra escrever. Não dá pra simplesmente escrever o que sinto, as pessoas não querem ler a mim. Preciso que meu poema transforme, inove, ou sei lá. Vou tentar escrever todos os dias aqui. Assuntos dos mais diversos possíveis. Lançamentos de filmes, notícias interessantes. Agora mais de todas as coisas e menos de mim.
Hoje li o poema 'com licença poética' da Adélia Prado. Me deu uma vontadezinha de ser escritora. Preciso estudar mais pra isso. Quanto mais escrava, mais escrevo. Mas, quanto menos estudo, menos consigo ter assunto pra escrever. Não dá pra simplesmente escrever o que sinto, as pessoas não querem ler a mim. Preciso que meu poema transforme, inove, ou sei lá. Vou tentar escrever todos os dias aqui. Assuntos dos mais diversos possíveis. Lançamentos de filmes, notícias interessantes. Agora mais de todas as coisas e menos de mim.
sábado, 20 de março de 2010
Quem pode explicar o que me acontece dentro?
Por Juliana Portella
Uma dor anula a outra, dizem. Mas não pretendo deixar meu cachorro morder minha canela pra esse vazio passar. Quanto mais conquisto as coisas que quero, mas me sinto incompleta. Caramba, que loucura. Ontem, tive um dia super animado, conhecí uma galera na faculdade, bati altos papos com os veteranos. Cheguei em casa, entrei no messenger, conversei com pessoas legais. Até falei ao telefone com uma pessoa mega especial que eu não vejo há tempos. Resumindo, foi entusiasmante.
Por que sou tão bipolar? Dia desses eu cheguei a conclusão que existem várias de mim por aqui. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Tenho que ser lógica para entender minha própria confusão. Criei uma verdade há três anos e não consegui me livrar ainda. Eu sei que não é amor. Não é. Sei que a cura pra essa minha fantasia é uma outra fantasia. Mas, não encontro um cara disposto a brincar de amor denovo, sabe? É confuso. Tudo que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir tão pequena. E você não nota! Não dá nenhum crédito. Eu sei que eu nunca vou deixar de ser a outra pra você. A outra e mais uma. E isso dói demais. A solidão é gigantesca e me faz sentir mínima.
Uma dor anula a outra, dizem. Mas não pretendo deixar meu cachorro morder minha canela pra esse vazio passar. Quanto mais conquisto as coisas que quero, mas me sinto incompleta. Caramba, que loucura. Ontem, tive um dia super animado, conhecí uma galera na faculdade, bati altos papos com os veteranos. Cheguei em casa, entrei no messenger, conversei com pessoas legais. Até falei ao telefone com uma pessoa mega especial que eu não vejo há tempos. Resumindo, foi entusiasmante.
Por que sou tão bipolar? Dia desses eu cheguei a conclusão que existem várias de mim por aqui. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Tenho que ser lógica para entender minha própria confusão. Criei uma verdade há três anos e não consegui me livrar ainda. Eu sei que não é amor. Não é. Sei que a cura pra essa minha fantasia é uma outra fantasia. Mas, não encontro um cara disposto a brincar de amor denovo, sabe? É confuso. Tudo que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir tão pequena. E você não nota! Não dá nenhum crédito. Eu sei que eu nunca vou deixar de ser a outra pra você. A outra e mais uma. E isso dói demais. A solidão é gigantesca e me faz sentir mínima.
terça-feira, 9 de março de 2010
"No início você sentará um pouco longe de mim, assim, na grama. Eu olharei para você com o canto dos olhos e você não dirá nada. As palavras são uma fonte de mal-entendidos. Mas cada dia você poderá se sentar um pouco mais perto... Se você vier, por exemplo, todas as tardes, às quatro, a partir das três eu começarei a ser feliz. Com o passar da hora, a minha felicidade vai aumentar. Quando chegarem as quatro horas, começarei a me agitar e a me inquietar; descobrirei o preço da felicidade! Mas se você vem a qualquer hora, eu não saberei nunca a que horas devo preparar meu coração... São necessários rituais."
Antoine de Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe.
Antoine de Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Neste centenário do dia internacional da mulher,
fim ao machismo, fim da mutilação genital, fim a criminalização do aborto ...
por Juliana Portella
Hoje é comemorado o dia internacional da mulher. Eu, particularmente, acho isso uma tremenda balela. Nem presentes a gente costuma ganhar nesse dia, portanto, pra quê dia da mulher? Isso não aumenta nosso protagonismo diante da sociedade.
Em primeiro lugar, essa ideia coloca a mulher como alguém à parte da sociedade. É segregação. Já parou pra pensar que aqui no Brasil é dada muita ênfase ao dia do escravo, do índio, do professor... e não poderia faltar o da mulher, né?! Não comemoramos o dia do homem branco, o dia do burguês, do homem.
Não podemos fechar nossos olhos nesse dia para as dificuldades cotidianas que nós mulheres enfrentamos. Queremos, antes de rosas, políticas públicas que combatam o preconceito, exploração econômica etc. Não dá mais pra se viver num país onde o aborto é considerado um ato criminoso. Lutar pela vida é querer que o Estado se responsabilize pelo atendimento à saúde das mulheres nas diferentes fases da vida. Que coloque à disposição de todas nós o conhecimento e acesso a métodos de contracepção, ampliando o número e a qualidade dos postos de saúde. A opção por não ter filhos deve vir acompanhada por investimentos que facilitem a opção pela maternidade desejada.
Gostaria que toda a sociedade, neste dia de todas as mulheres do mundo, se organizassem em prol da
igualdade. Do mínimo que se possa ter de garantia dos direitois humanos.
por Juliana Portella
Hoje é comemorado o dia internacional da mulher. Eu, particularmente, acho isso uma tremenda balela. Nem presentes a gente costuma ganhar nesse dia, portanto, pra quê dia da mulher? Isso não aumenta nosso protagonismo diante da sociedade.
Em primeiro lugar, essa ideia coloca a mulher como alguém à parte da sociedade. É segregação. Já parou pra pensar que aqui no Brasil é dada muita ênfase ao dia do escravo, do índio, do professor... e não poderia faltar o da mulher, né?! Não comemoramos o dia do homem branco, o dia do burguês, do homem.
Não podemos fechar nossos olhos nesse dia para as dificuldades cotidianas que nós mulheres enfrentamos. Queremos, antes de rosas, políticas públicas que combatam o preconceito, exploração econômica etc. Não dá mais pra se viver num país onde o aborto é considerado um ato criminoso. Lutar pela vida é querer que o Estado se responsabilize pelo atendimento à saúde das mulheres nas diferentes fases da vida. Que coloque à disposição de todas nós o conhecimento e acesso a métodos de contracepção, ampliando o número e a qualidade dos postos de saúde. A opção por não ter filhos deve vir acompanhada por investimentos que facilitem a opção pela maternidade desejada.
Gostaria que toda a sociedade, neste dia de todas as mulheres do mundo, se organizassem em prol da
igualdade. Do mínimo que se possa ter de garantia dos direitois humanos.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Pra você guardei o amor
que eu sempre quis mostrar.
Por Juliana Portella
Os beijos mais apaixonados, os poemas mais completos, os sorrisos mais sinceros e meu melhor carinho ainda esperam por você. Essa vida repleta de 'incompletude' está querendo chegar ao fim. o que eu faço?
Por Juliana Portella
Os beijos mais apaixonados, os poemas mais completos, os sorrisos mais sinceros e meu melhor carinho ainda esperam por você. Essa vida repleta de 'incompletude' está querendo chegar ao fim. o que eu faço?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Ainda encontro
a fórmula do amor..
Por Juliana Portella
Poderia eu ser uma menina completamente feliz. Sim, falta pouco para isso. Embora eu tenha plena consciência de que ninguém nunca é completo, já que insatisfação é o combustível para o desenvolvimento, porque se um indivíduo não está satisfeito com seu emprego essa insatisfação o levará à procura de algo melhor, com um salário mais satisfatório por exemplo. Eu queria muito ser completa agora. Mesmo que temporariamente. Veja bem, eu passei pra uma faculdade pública, consegui bolsa para uma faculdade privada, consegui um emprego onde eu tenho uma considerável instabilidade, tenho uma família linda que me ama, não moro no Haiti.. e aí você, leitor imaginário, deve estar se perguntando o que mais me falta. Eu não estou reclamando da vida não, mas eu gostaria muito de encontrar a fórmula do amor. É, exatamente: a Fórmula do amor. Não, não quero um amor. Quero a fórmula, saca? Com essas 19 primaveras que tenho, percebi que ter um amor não é difícil. Ter alguém nunca foi difícil. Não pra mim. Mas, geralmente as pessoas aparecem em momentos errados. Quando eu acabei de terminar um relacionamento que foi duradouro [ e com isso muito cansativo], ele apareceu. Queria algo sério, faltou pouco mostrar as alianças. Poots! eu corri. Lógico. Não me arrependo. Mesmo sabendo que hoje ele tá feliz, e poderia ser comigo.. Eu passei todo o ano de 2009 num mundo novo, muitas paixões, conheci muita gente, me conheci. Foram muitas mãos, bocas e perfumes. Durante esse tempo, pintaram vários caras legais. quase perfeitos, inclusive. Certamente, se um deles estivesse próximo atualmente aquele final seria diferente. Teríamos, quem sabe, um final feliz. Não, não foi perda de tempo. Só não era amor. Era sem medo. Mas, como já disse anteriormente, não me arrependo. Hoje me entendo mais. E isso e deixa um pouco mais segura. Concluo então, que existe a química perfeita sim, mas antes disso, existe o 'tempo da gente'. É como tpm. É época, saca? Agora eu quero pegação nas baladas. Agora eu quero alguém pra casar. Simples. Por isso é importante ter a fórmula.
Por Juliana Portella
Poderia eu ser uma menina completamente feliz. Sim, falta pouco para isso. Embora eu tenha plena consciência de que ninguém nunca é completo, já que insatisfação é o combustível para o desenvolvimento, porque se um indivíduo não está satisfeito com seu emprego essa insatisfação o levará à procura de algo melhor, com um salário mais satisfatório por exemplo. Eu queria muito ser completa agora. Mesmo que temporariamente. Veja bem, eu passei pra uma faculdade pública, consegui bolsa para uma faculdade privada, consegui um emprego onde eu tenho uma considerável instabilidade, tenho uma família linda que me ama, não moro no Haiti.. e aí você, leitor imaginário, deve estar se perguntando o que mais me falta. Eu não estou reclamando da vida não, mas eu gostaria muito de encontrar a fórmula do amor. É, exatamente: a Fórmula do amor. Não, não quero um amor. Quero a fórmula, saca? Com essas 19 primaveras que tenho, percebi que ter um amor não é difícil. Ter alguém nunca foi difícil. Não pra mim. Mas, geralmente as pessoas aparecem em momentos errados. Quando eu acabei de terminar um relacionamento que foi duradouro [ e com isso muito cansativo], ele apareceu. Queria algo sério, faltou pouco mostrar as alianças. Poots! eu corri. Lógico. Não me arrependo. Mesmo sabendo que hoje ele tá feliz, e poderia ser comigo.. Eu passei todo o ano de 2009 num mundo novo, muitas paixões, conheci muita gente, me conheci. Foram muitas mãos, bocas e perfumes. Durante esse tempo, pintaram vários caras legais. quase perfeitos, inclusive. Certamente, se um deles estivesse próximo atualmente aquele final seria diferente. Teríamos, quem sabe, um final feliz. Não, não foi perda de tempo. Só não era amor. Era sem medo. Mas, como já disse anteriormente, não me arrependo. Hoje me entendo mais. E isso e deixa um pouco mais segura. Concluo então, que existe a química perfeita sim, mas antes disso, existe o 'tempo da gente'. É como tpm. É época, saca? Agora eu quero pegação nas baladas. Agora eu quero alguém pra casar. Simples. Por isso é importante ter a fórmula.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Toda rotinha tem sua beleza
É, velho blog. Toda rotina tem sua beleza. Tô adorando trabalhar aqui na Secom. Espero que eu consiga negociar uns horários bem flexíveis quando começar na faculdade. E falando nisso, valeu à pena todo o esforço para passar no vestibular. Agora eu tenho um problema: escolher em qual Universidade estudo. Tô tão feliz. =D
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Primeiro dia de trabalho
Por Juliana Portella
Hoje é meu primeiro dia de trabalho. Já estou aqui na Secretaria de Comunicação Social. É, finalmente estou trabalhando numa área que gosto. Imagina eu, jornalista! Legal, né? Pois é. O ambiente aqui é o melhor. Leio todos os jornais que circulam no estado do RJ, tenho internet e TV a cabo. O lado bom de ter tempo e toda essas informações é que vou alimentar meus blogs diariamente. Bem, por hoje é só, até amanhã leitores imaginários.
Hoje é meu primeiro dia de trabalho. Já estou aqui na Secretaria de Comunicação Social. É, finalmente estou trabalhando numa área que gosto. Imagina eu, jornalista! Legal, né? Pois é. O ambiente aqui é o melhor. Leio todos os jornais que circulam no estado do RJ, tenho internet e TV a cabo. O lado bom de ter tempo e toda essas informações é que vou alimentar meus blogs diariamente. Bem, por hoje é só, até amanhã leitores imaginários.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
ócio
por Juliana Portella
Ontem de madrugada me rendi ao tal do twitter. Encontrei até a página da Tessália, aquela menina que tá no BBB. Sim, eu estou acompanhando o Big Brother Brasil. Isso me preocupa, inclusive. Antigamente eu criticava o programa, e todo o sensacionalismo da rede globo. Hoje eu não perco um episódio. E as novelas? Poots! a das oito que começa as nove tá superinteressante, cara! Tenho que confessar: adoro Manoel Carlos! É, acho que aquela garotinha politicamente correta e crítica tomou doril. Tô menos radical com alguns ideais. Tô até adotando comportamentos que até então eu julgava alienante, burguês e fútil. Assistir Big Brother enquanto o Geographic Channel exibe um mega documentário sobre os terremotos no Haiti por exemplo. Mas voltando a falar da Tessália, o blog dela é um pouco fútil, mas tão bonitinho, gente. Deem uma olhada, leitores imaginários. http://twittess.virgula.uol.com.br/
enquanto ninguém visita meu blog o dela é acessadíssimo. Quem sabe um dia quando eu for uma jornalista global alguém me dê um pouco de credibilidade.
Bem, por hoje é só. Vou indo. Queridos, imaginários!
Ontem de madrugada me rendi ao tal do twitter. Encontrei até a página da Tessália, aquela menina que tá no BBB. Sim, eu estou acompanhando o Big Brother Brasil. Isso me preocupa, inclusive. Antigamente eu criticava o programa, e todo o sensacionalismo da rede globo. Hoje eu não perco um episódio. E as novelas? Poots! a das oito que começa as nove tá superinteressante, cara! Tenho que confessar: adoro Manoel Carlos! É, acho que aquela garotinha politicamente correta e crítica tomou doril. Tô menos radical com alguns ideais. Tô até adotando comportamentos que até então eu julgava alienante, burguês e fútil. Assistir Big Brother enquanto o Geographic Channel exibe um mega documentário sobre os terremotos no Haiti por exemplo. Mas voltando a falar da Tessália, o blog dela é um pouco fútil, mas tão bonitinho, gente. Deem uma olhada, leitores imaginários. http://twittess.virgula.uol.com.br/
enquanto ninguém visita meu blog o dela é acessadíssimo. Quem sabe um dia quando eu for uma jornalista global alguém me dê um pouco de credibilidade.
Bem, por hoje é só. Vou indo. Queridos, imaginários!
domingo, 24 de janeiro de 2010
Hoje fiquei em casa o dia inteiro. Acordei tarde, comi, brinquei um pouco com a Giovanna e voltei a dormir. Ontem fui a um casamento de um amigo. aaaah, confesso que me deu uma vontadezinha de casar, embora eu não tenha pegado o buquê. Inclusive, pretendo casar-me dia doze de maio de dois mil e dezessete. Mas, antes disso, é absolutamente necessário que eu entre na faculdade. Porém estou muito confusa com o curso a fazer. Eu quero estudar Ciências Sociais na UFRJ mas, se faço psicologia, consigo ganhar dinheiro daqui a cinco anos e, ao mesmo tempo, lecionar e ajudar as pessoas. Isso é demais!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Voltei
Por Juliana Portella
Estou de volta. E dessa vez é pra valer. Esse 'diário' que de diário só tem nome será a válvula de escape dessa cabecinha aqui. aaah, que misto louco de sentimentos, cara. Íncrivel como minha vida tá uma bagunça. Quanta incerteza.. ano de 2010 começou louco demais, demais. Quero tudo! Quero faculdade, quero um bom emprego. Quero fazer política. Quero estar perto de quem eu amo. Quero quem amar. Quero acompanhar muito de perto cada sorrisinho da Giovanna. Quero abraçar o mundo !
Estou de volta. E dessa vez é pra valer. Esse 'diário' que de diário só tem nome será a válvula de escape dessa cabecinha aqui. aaah, que misto louco de sentimentos, cara. Íncrivel como minha vida tá uma bagunça. Quanta incerteza.. ano de 2010 começou louco demais, demais. Quero tudo! Quero faculdade, quero um bom emprego. Quero fazer política. Quero estar perto de quem eu amo. Quero quem amar. Quero acompanhar muito de perto cada sorrisinho da Giovanna. Quero abraçar o mundo !
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
cansei,
Por Juliana Portella
estou cansada dessa vida vazia
cansada de quem me rouba a solidão
sem verdadeiramente me oferecer companhia.
não tenho mais tempo para esse seu amor
para essas migalhas
que pra mim só trazem dor
declaro que preciso
de um refúgio, de uma canção
de um pouco de bossa nova e muita emoção
estou cansada dessa vida vazia
cansada de quem me rouba a solidão
sem verdadeiramente me oferecer companhia.
não tenho mais tempo para esse seu amor
para essas migalhas
que pra mim só trazem dor
declaro que preciso
de um refúgio, de uma canção
de um pouco de bossa nova e muita emoção
domingo, 8 de novembro de 2009
Insônia,
Por Juliana Portella
Hoje, domingo. Um dia levemente nostalgico.
Tive um fim de semana bem chato, inclusive.
agora? não tenho sono.
Tenho só a esperança do meu telefone tocar e ser você
me convidando para ser feliz.
domingo, 1 de novembro de 2009
Mesmo sem sentido, sem motivo, sem querer...
Andei fazendo planos pra você
Por Juliana Portella
Pois é, exatamente isso, sem querer acabei criando planos. Mesmo sabendo que são em vão.Definitivamente, eu gosto de perder meu tempo criando projeções com certas realidades . E mais, ainda tem esse calorzinho da insegurança, do não saber por onde você anda, se pensa em mim com a mesma intensidade que eu penso em você, e tantas outras coisas mais que me consomem. Mas, que no fundo fazem, parte de mim. Acho melhor não fazer planos pra você.
Por Juliana Portella
Pois é, exatamente isso, sem querer acabei criando planos. Mesmo sabendo que são em vão.Definitivamente, eu gosto de perder meu tempo criando projeções com certas realidades . E mais, ainda tem esse calorzinho da insegurança, do não saber por onde você anda, se pensa em mim com a mesma intensidade que eu penso em você, e tantas outras coisas mais que me consomem. Mas, que no fundo fazem, parte de mim. Acho melhor não fazer planos pra você.
sábado, 17 de outubro de 2009
Outubro e seu perfume lilás ,
Por Juliana Portella
Outubro alegre, esplêndido outubro! O mês mais belo, o mês da juventude, do amor e do desejo, com seus serões tépidos, e um agradável perfume de lilás .. Eu estou adorando esse mês. No entanto, como sempre, esse mês não me trouxe nada mais do que um vago sonho de um amor platônico. Apesar disso, sinto-me atraída pelo flagrante do céu escuro e o desejo de me levar pelo vórtice dessas paixões. Este ano foi um ano decisivo para o meu caminho de vida. Projetei viver de um modo que eu julgava ser o correto, mas acabei conhecendo novos rumos e nada do que eu planejei tem dado muito certo. Queria arrumar um namorado até um pouco antes de entrar na faculdade, mas, o tempo passou e com esse só me trouxe romances casuais. Queria estudar tudo que eu não estudei durante toda a minha vida escolar, mas, só consigo estudar literatura. Achava que eu aproveitaria o ultimo ano escolar com os meus pseudoamigos, ledo engano o meu. Estou contando os dias para não ter que ver nunca mais alguns rostos! Neste ano alternaram-se dois estados de espírito, mas tanto um quanto outro, se baseiam num único e desenvolvidíssimo sentimento de ambição, que de coisas pequenas e simples chega até a vaidade. Tenho vontade de me tornar capaz. Mas para quê? Para esta vida, mas para ocupar nela um lugar destacado, de relevo. Ora, com especial vigor,desperta o corpo de uma moça de 18 anos amadurecida, sonhadora e por isso desejosa de divertir-se, esquecer esse mundo de fórmulas e problemas e, cancelando o " ainda é cedo". Ora, com o desejo de um mundo mais humano, mais pra todo mundo. E com a certeza de que esse futuro tão sonhado está em minhas mãos também. Neste ano deixei-me levar pavorosamente, tanto que já não consigo me obrigar a estudar, sempre tento fugir para algum lugar; sempre longe de mim mesma. Meu orgulho, ferido desde sempre, agora está em busca de uma satisfação qualquer que me incita em agradar a todo mundo, até mesmo àqueles que me são antipáticos. Eu amo escrever, nesse blog que só eu leio, mas acho que vou ficando por aqui. Volto logo.
Outubro alegre, esplêndido outubro! O mês mais belo, o mês da juventude, do amor e do desejo, com seus serões tépidos, e um agradável perfume de lilás .. Eu estou adorando esse mês. No entanto, como sempre, esse mês não me trouxe nada mais do que um vago sonho de um amor platônico. Apesar disso, sinto-me atraída pelo flagrante do céu escuro e o desejo de me levar pelo vórtice dessas paixões. Este ano foi um ano decisivo para o meu caminho de vida. Projetei viver de um modo que eu julgava ser o correto, mas acabei conhecendo novos rumos e nada do que eu planejei tem dado muito certo. Queria arrumar um namorado até um pouco antes de entrar na faculdade, mas, o tempo passou e com esse só me trouxe romances casuais. Queria estudar tudo que eu não estudei durante toda a minha vida escolar, mas, só consigo estudar literatura. Achava que eu aproveitaria o ultimo ano escolar com os meus pseudoamigos, ledo engano o meu. Estou contando os dias para não ter que ver nunca mais alguns rostos! Neste ano alternaram-se dois estados de espírito, mas tanto um quanto outro, se baseiam num único e desenvolvidíssimo sentimento de ambição, que de coisas pequenas e simples chega até a vaidade. Tenho vontade de me tornar capaz. Mas para quê? Para esta vida, mas para ocupar nela um lugar destacado, de relevo. Ora, com especial vigor,desperta o corpo de uma moça de 18 anos amadurecida, sonhadora e por isso desejosa de divertir-se, esquecer esse mundo de fórmulas e problemas e, cancelando o " ainda é cedo". Ora, com o desejo de um mundo mais humano, mais pra todo mundo. E com a certeza de que esse futuro tão sonhado está em minhas mãos também. Neste ano deixei-me levar pavorosamente, tanto que já não consigo me obrigar a estudar, sempre tento fugir para algum lugar; sempre longe de mim mesma. Meu orgulho, ferido desde sempre, agora está em busca de uma satisfação qualquer que me incita em agradar a todo mundo, até mesmo àqueles que me são antipáticos. Eu amo escrever, nesse blog que só eu leio, mas acho que vou ficando por aqui. Volto logo.
domingo, 11 de outubro de 2009
E o que vai ficar na fotografia,
são os laços invisíveis que havia.
por Juliana Portella
Porque o sinal vai bater... e eu vou sentir saudades!Parece que foi ontem, que aquela menininha que lia capricho sonhou em ser professora. Lembro-me como se fosse ontem. Quando eu vesti pela primeira vez esse uniforme, e nem sabia, que vesti-lo por quatro anos me faria mais responsável, mais indignada, mais mulher, mais ética: mais humana. Ainda bem que eu não desisti quando apareceu o primeiro empecilho. E hoje, não consigo enchergar outra Juliana senão essa normalista, apaixonada pelo magistério, e com um sonho de mudar o mundo.
Uma das coisas que mais marcaram minha experiência no Instituto, foi a primeira aula de filosofia do 2º ano, com o Professor Luiz Fernandes. Acho qe ali eu aprendi a importância da filosofia.

E o Vitor, de longe a companhia que eu sentirei mais saudades. Desde o primeiro ano. No grêmio, nas festinhas...
... e agora, vivendo as últimas aulas, últimas reuniões do Grêmio tenho aquela sensação de querer aproveitar o máximo. O finalzinho que ainda está por vir, de um tempo que não voltará nunca mais.
E quando o dia não passar de um retrato
Colorindo de saudade o meu quarto
Só aí vou ter certeza de fato
Que eu fui feliz
O que vai ficar
na fotografia
São os laços invisíveis que havia
As cores, figuras,
motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos[ Fotografia - Leo Jaime / Leoni ]
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Dúvidas
Por Juliana Portella
Já dizia Cecília Meireles,
E , sinceramente eu não sei. Se saio correndo ou fico tranquila. Se arrisco ou abdico. Não sei o que fazer.. Dúvidas cruéis essas.
Já dizia Cecília Meireles,
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares
E , sinceramente eu não sei. Se saio correndo ou fico tranquila. Se arrisco ou abdico. Não sei o que fazer.. Dúvidas cruéis essas.
sábado, 3 de outubro de 2009
Noite de lembranças, vontades e versos.
Por Juliana Portella
Ninguém volta ao que não existe
Mas, o que não existiu foi tudo o que eu tive
Hoje tenho essa vontade
Que se tornou impecável na minha fantasia
Espero que saiba do que eu preciso
E que entenda meu sorriso entusiasmado e meu olhar indeciso
Que entenda também o que eu ainda vou te falar
E o meu silêncio saiba escutar
A idéia da noite perfeita
É só a fantasia desfeita
De tudo o que podia ter sido
Quero você para viver o que não foi vivido
E assim segue essa noite
Feita de desencontro e saudade
Tomada por desejos e vontade
Ninguém volta ao que não existe
Mas, o que não existiu foi tudo o que eu tive
Hoje tenho essa vontade
Que se tornou impecável na minha fantasia
Espero que saiba do que eu preciso
E que entenda meu sorriso entusiasmado e meu olhar indeciso
Que entenda também o que eu ainda vou te falar
E o meu silêncio saiba escutar
A idéia da noite perfeita
É só a fantasia desfeita
De tudo o que podia ter sido
Quero você para viver o que não foi vivido
E assim segue essa noite
Feita de desencontro e saudade
Tomada por desejos e vontade
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