Não adianta negar: Fim de ano é tempo de avaliações. A gente mergulha numa vibe de querer refletir sobre as realizações, é tempo de fazer planos para o próximo ano e se orgulhar do que foi realizado. Junto ao alívio de ter aguentado a minha nada mole rotina de trabalho, conseguido um CR 8 na faculdade, também me sinto muito frustrada por não ter conseguido avançar de período no curso de inglês, por não estar com minha habilitação, por não ter dado conta de coisas que só agora eu vejo que eram importantes. Arrependida de ter perdido meu tempo com algumas coisas inúteis, mas não quero saber das frustrações. Quero poder estar com o coração aliviado nessa virada de ano e que o primeiro problema do ano não seja a falta de dinheiro, pois trabalhando no ritmo que eu estou, seria muito injusto. Não vou reclamar da vida. Não tive o apoio que eu gostaria em 2011, mas isso me fez mais forte, e é isso que importa. Mas não posso segurar as lágrimas que dexei de chorar o ano inteiro. Dezembro esta me roubando alguns sorrisos, mas vou brindar janeiro que trará pra mim mais coragem.
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Outubro e seu perfume lilás
Por Juliana Portella
Que outubro traga flores e a vontade de ser borboleta. Sair do casulo. Criar asas. Pertencer aos jardins mais lindos. Ter todas as cores em mim.
Que outubro traga flores e a vontade de ser borboleta. Sair do casulo. Criar asas. Pertencer aos jardins mais lindos. Ter todas as cores em mim.
Nossa, faz tempos que não venho aqui no blog. Não sei se é falta de tempo ou inspiração... nem tô com inspiração agora também, mas resolvi vir aqui para registar o quanto eu gosto do mês de outubro. Não tenho uma razão especial, nem é o mês do meu aniversário. Gosto e não tenho justificativas. Outubro tem perfume lilás. É primavera e eu quero flores e cores pra mim!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Tudo que vai,
deixa um pedaço.
Quem nunca ouviu aquela famosa frase 'tudo na vida é passa'? Pois bem, assim é a vida, bela em sua efemeridade. Tirando o motorista e o trocador, amigo leitor imaginário, tudo na vida é passageiro. O primeiro namorado, a professorinha legal da infância, até aquele professor estúpido de matemática e aquela coceira de quando você teve alergia passaram.
Das coisas lindas ou horríveis da vida, ficam as lembranças. O gosto da carne assada que só minha avó sabia fazer, o bloqueio em saber matemática que aquele professor filho da puta despertou em mim, aquela cicatriz horrorosa por ter cutucado uma acne... É assim pra todo mundo.!
Nunca tive muitos problemas na arte do desapego. A vida é feita de substituições. Quando criança meus pais mudaram de casa algumas vezes. Morei em tanta casa que nem lembro da primeira, acho que isso me acostumou com a mudança. Acho que é preciso ter coragem e estar preparado para isso. Um cara muito especial disse pra mim que quando a gente abre mão de uma paixão, um amor mal resolvido, damos espaço para que outros venham e tomem conta de nosso coração. Diante disso consigo perceber que estando solteira tenho chances de iniciar uma linda história de amor e porque não desempregada consigo uma boa colocação profissional?!
Viva ao desapego, afinal, quando nasci era careca e nem tinha dentes..
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Meu grande capital é a afetividade.
Por Juliana Portella
Hoje tive um dia difícil. Pressão no trabalho, corre-corre do dia. Tudo deu errado do jeitinho que manda o figurino. Meu cachorro sujou minha roupa quando eu estava saindo, ônibus que atrasou, sinais fechados, suco de laranja amargo, esporro do chefe. Não consegui chegar a faculdade para fazer um trabalho importante. Foi então que eu decidi conversar. Ligar pra uma amiga e bater-papo. Meu dia começou a clarear. Na verdade minha noite, já que eu perdi meu dia no trabalho.
Ao chegar em casa, depois de uma conversa agradável acompanhada de brownie, chopp e pizza ( dei uma de Liz de Comer, rezar, Amar) liguei pra uma amiga que será mamãe (ainda não posso revelar quem é), descobri, juro que eu não esperava, que serei madrinha! Haha Quase desmaiei de felicidade! Nada melhor do que a amizade. A gente divide noites de alegrias, dias de tristeza, dor-de-cotovelo, mas não leva fé que vai muito além de tudo isso. A Amizade ultrapassa os limites do tempo, da distância.
Nada melhor que ter alguém que te entende. Uma amizade verdadeira que o tempo não apaga e a distância não separa. Meus amigos, meus irmãos, porque família pra mim é quem a gente escolhe.
Hoje tive um dia difícil. Pressão no trabalho, corre-corre do dia. Tudo deu errado do jeitinho que manda o figurino. Meu cachorro sujou minha roupa quando eu estava saindo, ônibus que atrasou, sinais fechados, suco de laranja amargo, esporro do chefe. Não consegui chegar a faculdade para fazer um trabalho importante. Foi então que eu decidi conversar. Ligar pra uma amiga e bater-papo. Meu dia começou a clarear. Na verdade minha noite, já que eu perdi meu dia no trabalho.
Ao chegar em casa, depois de uma conversa agradável acompanhada de brownie, chopp e pizza ( dei uma de Liz de Comer, rezar, Amar) liguei pra uma amiga que será mamãe (ainda não posso revelar quem é), descobri, juro que eu não esperava, que serei madrinha! Haha Quase desmaiei de felicidade! Nada melhor do que a amizade. A gente divide noites de alegrias, dias de tristeza, dor-de-cotovelo, mas não leva fé que vai muito além de tudo isso. A Amizade ultrapassa os limites do tempo, da distância.
Nada melhor que ter alguém que te entende. Uma amizade verdadeira que o tempo não apaga e a distância não separa. Meus amigos, meus irmãos, porque família pra mim é quem a gente escolhe.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Quem tem alma,
não tem calma.
Porque querer tudo pra ontem faz parte de mim. E a vida parece, o tempo inteiro, ser curta demais pra tantos sonhos!
Porque querer tudo pra ontem faz parte de mim. E a vida parece, o tempo inteiro, ser curta demais pra tantos sonhos!
sexta-feira, 18 de março de 2011
Quando a dor fica no papel
Escrever é minha terapia. Vocês, pessoas lindas e humanas que de vez enquanto se sentem chateadas por motivos corriqueiros, deveriam experimentar essa arte. Parece que quando a gente escreve a dor fica no papel. Eu sou uma angustiada nata. Quando eu não tenho com o que me preocupar, fico preocupada por não ter angústias. Acredito que é a dúvida que move nossa vida. Dúvida e desejo de mudança. Não consigo ficar parada, não sou refém do relógio. Me acostumei a ser a sempre indignada com tudo.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Todo carnaval tem seu fim?
Por Juliana Portella
Primeiro é assim, acontece com a maior fluidez, é simples. Não se derramam grandes potes de paixão no início. São apenas olhares, desejos e vontades. De repente, sem perceber a gente fica caidinha. A emoção toma conta. Acabou de se despedir e já tá com saudade (só os apaixonados sabem do que eu tô falando). Querendo ser a mais racional possível, dizendo pra meio mundo que não vai se envolver, de repente você se encontra perdidamente apaixonada pelo cara. Enquanto você é forte a banca a durona ele é o cara perfeito. Daí você começa, sem perceber a dar menos ideia aquele seu colega gato de faculdade, não quer mais saber de balada com as amigas, esquece de dar comida pro seu cachorro. Esquece até de enviar aquela matéria pro seu editor. (Otária!) você caiu de cabeça nessa relação e sabe que vai se fuder. E mesmo sabendo você ri. "ahh como é bom amar! Ah como é bom o amor. " É sim, não descordo em nada. Difícil é quando chega o fim. Enquanto durou tava tudo as mil maravilhas. Agora que acabou tá doendo até a unha do dedo mindinho. Li em algum lugar algo assim: " Quer conhecer uma pessoa se divorcie dela". Essa frase faz muito sentido. Eu nunca entendi muito bem essa coisa de separação. Nunca aceitei o Fim.
Como é que você ama uma pessoa num dia e meses depois você é inimigo? Como você anda de mãos dadas na praia durante horas e hoje se encontrar seu ex quer atravessar a rua? Por que no lugar da culpa não fica o carinho e a amizade? Eu nunca cometi tamanha crueldade com ninguém. Sempre me permiti a conversar, a manter amizade. Não te quero mas a amizade continua e assim seguiu a vida até hoje. Não aceito de jeito nenhum cultivar um inimigo. Alguém que esteve ao meu lado, como os mesmos ideais, confundindo sonhos me virar as costas. Isso é coisa pra gente pequena, sem luz. E desses aí eu quero distância.
Primeiro é assim, acontece com a maior fluidez, é simples. Não se derramam grandes potes de paixão no início. São apenas olhares, desejos e vontades. De repente, sem perceber a gente fica caidinha. A emoção toma conta. Acabou de se despedir e já tá com saudade (só os apaixonados sabem do que eu tô falando). Querendo ser a mais racional possível, dizendo pra meio mundo que não vai se envolver, de repente você se encontra perdidamente apaixonada pelo cara. Enquanto você é forte a banca a durona ele é o cara perfeito. Daí você começa, sem perceber a dar menos ideia aquele seu colega gato de faculdade, não quer mais saber de balada com as amigas, esquece de dar comida pro seu cachorro. Esquece até de enviar aquela matéria pro seu editor. (Otária!) você caiu de cabeça nessa relação e sabe que vai se fuder. E mesmo sabendo você ri. "ahh como é bom amar! Ah como é bom o amor. " É sim, não descordo em nada. Difícil é quando chega o fim. Enquanto durou tava tudo as mil maravilhas. Agora que acabou tá doendo até a unha do dedo mindinho. Li em algum lugar algo assim: " Quer conhecer uma pessoa se divorcie dela". Essa frase faz muito sentido. Eu nunca entendi muito bem essa coisa de separação. Nunca aceitei o Fim.
Como é que você ama uma pessoa num dia e meses depois você é inimigo? Como você anda de mãos dadas na praia durante horas e hoje se encontrar seu ex quer atravessar a rua? Por que no lugar da culpa não fica o carinho e a amizade? Eu nunca cometi tamanha crueldade com ninguém. Sempre me permiti a conversar, a manter amizade. Não te quero mas a amizade continua e assim seguiu a vida até hoje. Não aceito de jeito nenhum cultivar um inimigo. Alguém que esteve ao meu lado, como os mesmos ideais, confundindo sonhos me virar as costas. Isso é coisa pra gente pequena, sem luz. E desses aí eu quero distância.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
As minhas loucuras, as minhas escolhas, a minha literatura...
Por Juliana Portella
Faz tempo que eu não escrevo aqui. Nem vou colocar a culpa na Tevê ou na internet. Acho mesmo é que eu perdi a mão para escrever o que realmente nasce de dentro de mim, o que eu penso. Resultado talvez de muito trabalho. Tô refém do relógio. E quando escrevo há tanto compromisso em vender a verdade que se pede que o texto se torna superficial. ossos do ofício. Saudade da época que eu virava madrugadas produzindo. Ao som quase sempre de Maria Rita ou Norah Jones Até versos com rimas eu já escrevi. Comecei até a escrever um livro. Acho que retrocedi. E agora, quem poderá me defender?
Mais cuel que não ter alternativas nessa vida para seguir em frente é ter várias e não se saber o que fazer. Acho que todo mundo aqui já ficou nessa situação.
Escolher a profissão por exemplo é uma das escolhas mais difícies que o ser humano pode tomar. Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje, seja no trabalho, seja na vida pessoal, é conseqüência destas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las. Algumas são essenciais e importam para a vida inteira! Decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. Outras são mais simples, mas não deixam de nos pegar na curva da vida: Com que roupa vou ao cinema hoje? O que vou comer no almoço amanhã?
Eu particularmente to quase enlouquecendo pois a cada dia tenho um projeto de vida. são tantos bagunçados aqui no meu quarto... Até que meus planos não fogem muito da normalidade. Queria ser professora e fui. De vez enquando ainda sou. Queria ser jornalista também, já sou repórter. Confesso que perdi um pouco do tesão nessa profissão já que percebi que tem que gastar muita sola de sapato, ter um editor chato no pé e nem sempre ganhar bem. Mas não quero falar disso. A escolha do ano pra minha vida é que agora eu quero ser cineasta. E você que acha que é só um devaneio tá por fora. Eu sou daquelas que quer e vai até a porta do cursinho pra vê no quê vai dar. Não sei nem se vou ter tempo pra isso, mas na boa, tô tentando. Tô empolgadona aqui organizando minhas inscrições pra Escola de Cinema Darcy Ribeiro, a melhor do RJ. Ainda não decidi se estudo roteiro ou direção. Essa escolha vai no u-ni-du-ni-tê! Haha
Há tempos que eu não escrevo um texto assim, meio sem sentido, sem direção. Daqueles que você escreve e vai colocar o título depois, sabe?! Minha literatra é assim mesmo. Nasce da bagunça. Quanto mais confusa mais escrevo.
Faz tempo que eu não escrevo aqui. Nem vou colocar a culpa na Tevê ou na internet. Acho mesmo é que eu perdi a mão para escrever o que realmente nasce de dentro de mim, o que eu penso. Resultado talvez de muito trabalho. Tô refém do relógio. E quando escrevo há tanto compromisso em vender a verdade que se pede que o texto se torna superficial. ossos do ofício. Saudade da época que eu virava madrugadas produzindo. Ao som quase sempre de Maria Rita ou Norah Jones Até versos com rimas eu já escrevi. Comecei até a escrever um livro. Acho que retrocedi. E agora, quem poderá me defender?
Mais cuel que não ter alternativas nessa vida para seguir em frente é ter várias e não se saber o que fazer. Acho que todo mundo aqui já ficou nessa situação.
Escolher a profissão por exemplo é uma das escolhas mais difícies que o ser humano pode tomar. Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje, seja no trabalho, seja na vida pessoal, é conseqüência destas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las. Algumas são essenciais e importam para a vida inteira! Decisões sobre nossa religião ou nosso papel social. Outras são mais simples, mas não deixam de nos pegar na curva da vida: Com que roupa vou ao cinema hoje? O que vou comer no almoço amanhã?
Eu particularmente to quase enlouquecendo pois a cada dia tenho um projeto de vida. são tantos bagunçados aqui no meu quarto... Até que meus planos não fogem muito da normalidade. Queria ser professora e fui. De vez enquando ainda sou. Queria ser jornalista também, já sou repórter. Confesso que perdi um pouco do tesão nessa profissão já que percebi que tem que gastar muita sola de sapato, ter um editor chato no pé e nem sempre ganhar bem. Mas não quero falar disso. A escolha do ano pra minha vida é que agora eu quero ser cineasta. E você que acha que é só um devaneio tá por fora. Eu sou daquelas que quer e vai até a porta do cursinho pra vê no quê vai dar. Não sei nem se vou ter tempo pra isso, mas na boa, tô tentando. Tô empolgadona aqui organizando minhas inscrições pra Escola de Cinema Darcy Ribeiro, a melhor do RJ. Ainda não decidi se estudo roteiro ou direção. Essa escolha vai no u-ni-du-ni-tê! Haha
Há tempos que eu não escrevo um texto assim, meio sem sentido, sem direção. Daqueles que você escreve e vai colocar o título depois, sabe?! Minha literatra é assim mesmo. Nasce da bagunça. Quanto mais confusa mais escrevo.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Só o que está morto não muda.
amo a novidade. Novos temperos, novas cores, novas delícias..
Não ter nada pra fazer me inspira a pensar. E pensar, me inspira a escrever. Na hora de me expressar, eu consigo isso melhor escrevendo que falando ou demonstrando com ações. Fato. Pois bem, eu não fiz nada de muito interessante esse feriadão. Só trabalhei e fiz social pra família.O que é um saco, convenhamos. Porra, que sem graça.. Eu não tô revoltada não, tô na boa. Só xinguei pra descontrair já que aqui é um diário pessoal e ninguém lê. Mas voltando a minha vida, eu tô bem. sobrinhos saudáveis correndo pela casa, irmã que está se separando do marido querendo conselhos.. Incrível como eu sempre sei que eu devo escolher coisas que me agradem e acabo fazendo o contrário e depois nego nem reconhece. Sabe, eu vou mudar! Tô falando de mudança de verdade, dinamismo. Se eu não encontro razões pra ser livre, inventarei. Esperimertar outra vez. Provavelmente eu só conhecerei coisas melhores e piores do que eu ja conheço. Aprender uma nova língua. Tentar o novo todo dia. Andar fora dos trilhos. Dormir do outro lado da cama. Mais tarde, experimentar dormir em outras camas. Mudar por um tempo o estilo das roupas. Comer outras comidas. Ouvir o canto dos passarinhos. Amar muito, cada vez mais, de maneiras diferentes. Novo trabalho, novos amigos, nova vida. Vou tirar um dia pra andar descalça na praia. Vou escrever outras poesias, vou visitar novos museus. Vou fazer uma viagem despretenciosa, longa, dentro de mim.
Não ter nada pra fazer me inspira a pensar. E pensar, me inspira a escrever. Na hora de me expressar, eu consigo isso melhor escrevendo que falando ou demonstrando com ações. Fato. Pois bem, eu não fiz nada de muito interessante esse feriadão. Só trabalhei e fiz social pra família.
sábado, 26 de junho de 2010
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida..
(...) Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço, ainda não sabem.
Verdade seja dita, não sou a pessoa mais constante do mundo e, mais que isso, nem chego perto. Estou começando a ficar seriamente preocupada com meu futuro. Com o que vou fazer da vida, sendo mais precisa. Quero fazer tanta coisa, mas a vida é tão curta.
Por mais que eu não admita, ainda me sinto triste por ter abdicado da faculdade de Comunicação pra fazer Pedagogia. tá eu tô adorando a UERJ, as aulas do Livingstone então... (grande escritor que organizou a Lei que norteia a Educação brasileira/ LDB). Eu amo demais jornalismo. Tudo que eu vou fazer envolve comunicação. Adivinha o que eu falo quando eu atendo o telefone no meu trabalho? Comunicação. ¬¬'
E pra completar a minha 'nada mole vida' eu ainda ganhei um curso completo de fotografia digital. Irado, tô adorando! Hoje eu tinha uma aula prática lá na Lagoa Rodrigo de Freitas com esse sol lindo e eu não tive a coragem de levantar da minha cama pra ir até lá. Por que eu tô assim? É inferno astral isso?
E pra completar a minha 'nada mole vida' eu ainda ganhei um curso completo de fotografia digital. Irado, tô adorando! Hoje eu tinha uma aula prática lá na Lagoa Rodrigo de Freitas com esse sol lindo e eu não tive a coragem de levantar da minha cama pra ir até lá. Por que eu tô assim? É inferno astral isso?
domingo, 6 de junho de 2010
Pôr do sol
Por Juliana Portella
É peculiar,
é inevitável não se apaixonar.
O amarelo ouro vem nascendo,
assim como esse nosso sentimento.
Nuvens solitárias,
dão lugar a um brilho que parece eterno.
É unico!
É mágico!
O milagre da natureza de tamanha harmonia,
é feito esse amor que enche minha vida de alegria.
Quem me dera essa dádiva por toda eternidade,
eu viveria na mais completa felicidade.
Meu sol, girassol,
meu pôr do sol!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Coisas de dentro
-
Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
(Pablo Neruda)
Estou muito surpresa com esse sentimento que toma meu peito cada hora que passa. Estou feliz, entusiasmada e segura. Fazia tempo que eu não me sentia feliz desse jeito. Nem lembrava mais como era bom sentir saudade mesmo depois de ter acabado de dizer 'tchau' no telefone. Quero poder arriscar sem medo, e se eu vier a quebrar a cara, sei que vou olhar pra trás e ter certeza que valeu a pena.
domingo, 16 de maio de 2010
Como num iceberg...
a gente precisa enxergar o que está submerso.
por Juliana Portella
por Juliana Portella
Meu insconsciente abriu a porta e está deixando luz vir à tona. Não posso então deixar de registrar. Freud chamou essa luz do insconsciente de inspiração. E que tome conta de mim então toda luz possível.
Hoje fiz um raio 'X' da alma. Quase uma arqueologia de mim. E sinto que depois disso estou pronta para novas experiências. Engraçado como há duas horas atrás eu não tinha maturidade intelectual suficiente para determinadas coisas. Por isso que eu acredito que nós, seres humanos, estamos em constante crecimento, amadurecimento. O que até poucas horas atrás era tudo, agora é pequeno. Como uma televisão de 29 polegadas, a gente assiste e acha que é grande, mas quando compramos uma de 42, a de 29 fica pequena. É assim com a nossa ideias.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Todo dia é dia de aprender um pouco do muito que a vida trás.
Por Juliana Portella
Que reunião de pauta foi aquela? Me fez repensar a vida. Com o objetivo de fazer a secretaria de comunicação funcionar, meu chefe deu uma lição de vida pra mim e para a equipe. Eu to escrevendo sobre isso aqui não só porque esse blog se trata de um blog pessoal, um acervo online onde eu quero um dia, daqui há anos, ler meus pensamentos antigos, mas, sobretudo porque mexeu de verdade comigo. A história de vida desse cara não é algo tão comovente, nem ao menos passa muito longe da história da maioria das pessoas, mas é por que eu entendi, mais uma vez, que o sucesso requer esforço, dedicação e renúncias. E eu tenho feito isso, mas ainda não sei o que de verdade eu quero. Foco, Foco, Foco! É disso que eu preciso. Mas, se compra na padaria?
O vento NUNCA vai soprar a favor quando não se sabe pra onde ir.
Que reunião de pauta foi aquela? Me fez repensar a vida. Com o objetivo de fazer a secretaria de comunicação funcionar, meu chefe deu uma lição de vida pra mim e para a equipe. Eu to escrevendo sobre isso aqui não só porque esse blog se trata de um blog pessoal, um acervo online onde eu quero um dia, daqui há anos, ler meus pensamentos antigos, mas, sobretudo porque mexeu de verdade comigo. A história de vida desse cara não é algo tão comovente, nem ao menos passa muito longe da história da maioria das pessoas, mas é por que eu entendi, mais uma vez, que o sucesso requer esforço, dedicação e renúncias. E eu tenho feito isso, mas ainda não sei o que de verdade eu quero. Foco, Foco, Foco! É disso que eu preciso. Mas, se compra na padaria?
O vento NUNCA vai soprar a favor quando não se sabe pra onde ir.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Lutando contra moinhos de vento
Por Juliana Portella Assim como Dom Quixote, nós, meros mortais, geralmente temos a sensação de achar que tudo é um grande desafio. Que aquele colega de trabalho que está do seu lado quer te fuder, que quando sua mãe fala pra você não ir por determinado caminho, é só por implicância. Que seu chefe te subestima, que aquele motorista filho da mãe, sempre quando vê que você está chegando ao ponto de ônibus, te ignora e você chega ao trabalho atrasado. E quando você vem com seu papo social- revolucionário as pessoas te chamam de louco? Enfim, coisas que deixam a gente irado. E , mais que isso, fazem com que a gente se sinta às vezes azarados, às vezes totalmente fora dos padrões. E nos desanimam dia após dia. É incrível como por causa de coisas tão corriqueiras acabamos traçando batalhas com nosso próprio cotidiano. Em meio a esses pensamentos, lembrei da história de Dom Quixote de La Mancha, que em suas várias lições, trás uma muito importante: É preciso ter cuidado para não confundir a realidade com a fantasia. Nos seus delírios, Dom Quixote, lutava contra moinhos achando que eram gigantes cruéis. Essa grande figura, ao contrário de um super-herói, sonha, têm esperança e fracassa, o que o torna tão humano. Tão mais semelhante a mim, inclusive. Às vezes, me vejo tão 'pequeno grão de areia', muito pequena pra combater tantos gigantes. A Corrupção, a inveja, a injustiça, a soberba... Ou até mesmo gigantes só meus, que só pra mim são cruéis. A prova daquele concurso, uma cicatriz que incomoda, meu cabelo que não ficou legal naquela foto, por exemplo. Na verdade o que eu pretendo com esse texto não é ter uma conclusão do que é melhor a ser feito, mesmo porque eu não saberia o que deve ser feito. Quero mesmo registrar essa ideia de realidade x fantasia, registrar também uma das centenas de lições desse livro que foi tão importante pra mim e que eu considero uma grande obra.
terça-feira, 30 de março de 2010
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Por Juliana Portella
Hoje li o poema 'com licença poética' da Adélia Prado. Me deu uma vontadezinha de ser escritora. Preciso estudar mais pra isso. Quanto mais escrava, mais escrevo. Mas, quanto menos estudo, menos consigo ter assunto pra escrever. Não dá pra simplesmente escrever o que sinto, as pessoas não querem ler a mim. Preciso que meu poema transforme, inove, ou sei lá. Vou tentar escrever todos os dias aqui. Assuntos dos mais diversos possíveis. Lançamentos de filmes, notícias interessantes. Agora mais de todas as coisas e menos de mim.
Hoje li o poema 'com licença poética' da Adélia Prado. Me deu uma vontadezinha de ser escritora. Preciso estudar mais pra isso. Quanto mais escrava, mais escrevo. Mas, quanto menos estudo, menos consigo ter assunto pra escrever. Não dá pra simplesmente escrever o que sinto, as pessoas não querem ler a mim. Preciso que meu poema transforme, inove, ou sei lá. Vou tentar escrever todos os dias aqui. Assuntos dos mais diversos possíveis. Lançamentos de filmes, notícias interessantes. Agora mais de todas as coisas e menos de mim.
sábado, 20 de março de 2010
Quem pode explicar o que me acontece dentro?
Por Juliana Portella
Uma dor anula a outra, dizem. Mas não pretendo deixar meu cachorro morder minha canela pra esse vazio passar. Quanto mais conquisto as coisas que quero, mas me sinto incompleta. Caramba, que loucura. Ontem, tive um dia super animado, conhecí uma galera na faculdade, bati altos papos com os veteranos. Cheguei em casa, entrei no messenger, conversei com pessoas legais. Até falei ao telefone com uma pessoa mega especial que eu não vejo há tempos. Resumindo, foi entusiasmante.
Por que sou tão bipolar? Dia desses eu cheguei a conclusão que existem várias de mim por aqui. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Tenho que ser lógica para entender minha própria confusão. Criei uma verdade há três anos e não consegui me livrar ainda. Eu sei que não é amor. Não é. Sei que a cura pra essa minha fantasia é uma outra fantasia. Mas, não encontro um cara disposto a brincar de amor denovo, sabe? É confuso. Tudo que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir tão pequena. E você não nota! Não dá nenhum crédito. Eu sei que eu nunca vou deixar de ser a outra pra você. A outra e mais uma. E isso dói demais. A solidão é gigantesca e me faz sentir mínima.
Uma dor anula a outra, dizem. Mas não pretendo deixar meu cachorro morder minha canela pra esse vazio passar. Quanto mais conquisto as coisas que quero, mas me sinto incompleta. Caramba, que loucura. Ontem, tive um dia super animado, conhecí uma galera na faculdade, bati altos papos com os veteranos. Cheguei em casa, entrei no messenger, conversei com pessoas legais. Até falei ao telefone com uma pessoa mega especial que eu não vejo há tempos. Resumindo, foi entusiasmante.
Por que sou tão bipolar? Dia desses eu cheguei a conclusão que existem várias de mim por aqui. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Tenho que ser lógica para entender minha própria confusão. Criei uma verdade há três anos e não consegui me livrar ainda. Eu sei que não é amor. Não é. Sei que a cura pra essa minha fantasia é uma outra fantasia. Mas, não encontro um cara disposto a brincar de amor denovo, sabe? É confuso. Tudo que eu sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir tão pequena. E você não nota! Não dá nenhum crédito. Eu sei que eu nunca vou deixar de ser a outra pra você. A outra e mais uma. E isso dói demais. A solidão é gigantesca e me faz sentir mínima.
terça-feira, 9 de março de 2010
"No início você sentará um pouco longe de mim, assim, na grama. Eu olharei para você com o canto dos olhos e você não dirá nada. As palavras são uma fonte de mal-entendidos. Mas cada dia você poderá se sentar um pouco mais perto... Se você vier, por exemplo, todas as tardes, às quatro, a partir das três eu começarei a ser feliz. Com o passar da hora, a minha felicidade vai aumentar. Quando chegarem as quatro horas, começarei a me agitar e a me inquietar; descobrirei o preço da felicidade! Mas se você vem a qualquer hora, eu não saberei nunca a que horas devo preparar meu coração... São necessários rituais."
Antoine de Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe.
Antoine de Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Neste centenário do dia internacional da mulher,
fim ao machismo, fim da mutilação genital, fim a criminalização do aborto ...
por Juliana Portella
Hoje é comemorado o dia internacional da mulher. Eu, particularmente, acho isso uma tremenda balela. Nem presentes a gente costuma ganhar nesse dia, portanto, pra quê dia da mulher? Isso não aumenta nosso protagonismo diante da sociedade.
Em primeiro lugar, essa ideia coloca a mulher como alguém à parte da sociedade. É segregação. Já parou pra pensar que aqui no Brasil é dada muita ênfase ao dia do escravo, do índio, do professor... e não poderia faltar o da mulher, né?! Não comemoramos o dia do homem branco, o dia do burguês, do homem.
Não podemos fechar nossos olhos nesse dia para as dificuldades cotidianas que nós mulheres enfrentamos. Queremos, antes de rosas, políticas públicas que combatam o preconceito, exploração econômica etc. Não dá mais pra se viver num país onde o aborto é considerado um ato criminoso. Lutar pela vida é querer que o Estado se responsabilize pelo atendimento à saúde das mulheres nas diferentes fases da vida. Que coloque à disposição de todas nós o conhecimento e acesso a métodos de contracepção, ampliando o número e a qualidade dos postos de saúde. A opção por não ter filhos deve vir acompanhada por investimentos que facilitem a opção pela maternidade desejada.
Gostaria que toda a sociedade, neste dia de todas as mulheres do mundo, se organizassem em prol da
igualdade. Do mínimo que se possa ter de garantia dos direitois humanos.
por Juliana Portella
Hoje é comemorado o dia internacional da mulher. Eu, particularmente, acho isso uma tremenda balela. Nem presentes a gente costuma ganhar nesse dia, portanto, pra quê dia da mulher? Isso não aumenta nosso protagonismo diante da sociedade.
Em primeiro lugar, essa ideia coloca a mulher como alguém à parte da sociedade. É segregação. Já parou pra pensar que aqui no Brasil é dada muita ênfase ao dia do escravo, do índio, do professor... e não poderia faltar o da mulher, né?! Não comemoramos o dia do homem branco, o dia do burguês, do homem.
Não podemos fechar nossos olhos nesse dia para as dificuldades cotidianas que nós mulheres enfrentamos. Queremos, antes de rosas, políticas públicas que combatam o preconceito, exploração econômica etc. Não dá mais pra se viver num país onde o aborto é considerado um ato criminoso. Lutar pela vida é querer que o Estado se responsabilize pelo atendimento à saúde das mulheres nas diferentes fases da vida. Que coloque à disposição de todas nós o conhecimento e acesso a métodos de contracepção, ampliando o número e a qualidade dos postos de saúde. A opção por não ter filhos deve vir acompanhada por investimentos que facilitem a opção pela maternidade desejada.
Gostaria que toda a sociedade, neste dia de todas as mulheres do mundo, se organizassem em prol da
igualdade. Do mínimo que se possa ter de garantia dos direitois humanos.
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