sexta-feira, 18 de março de 2011

Quando a dor fica no papel


Escrever é minha terapia. Vocês, pessoas lindas e humanas que de vez enquanto se sentem chateadas por motivos corriqueiros, deveriam experimentar essa arte. Parece que quando a gente escreve a dor fica no papel. Eu sou uma angustiada nata. Quando eu não tenho com o que me preocupar, fico preocupada por não ter angústias. Acredito que é a dúvida que move nossa vida. Dúvida e desejo de mudança. Não consigo ficar parada, não sou refém do relógio. Me acostumei a ser a sempre indignada com tudo.

2 comentários:

Tálison Vasques disse...

Muito bom! Escrever além de estravasar certos sentimentos saturados em nós produz cultura. E produzir cultura é o que faz o homem que se move. Isso é o motor do mundo!

Mariane Dias disse...

precisamos nos decidir!